Kingdom Hearts comemora 14 anos de seu lançamento

A Disney e a Square Enix se uniram para lançar um verdadeiro clássico dos vídeo games em 28 de março de 2002. Exatamente há 14 anos atrás, Kingdom Hearts chegava ao PlayStation 2, trazendo um mistura nada convencional entre os personagens de Final Fantasy e do reino mágico criado por Walt Disney. Esse mix de universos tão ricos não poderia formar algo que não fosse um jogo espetacular, que entrou no coração nos fãs das duas franquias e de muito outros jogadores que não estavam familiarizados.

A história juntou Sora, Donald e Pateta, todos os três em busca de seus amados amigos que estavam desaparecidos por conta da força das trevas. O primeiro procurava Riku e Kairi, enquanto a dupla da Disney estava atrás do Rei Mickey. Esse é o ponto de partida para o início da grande aventura do trio, e principalmente do protagonista Sora, que precisa se tornar um mestre da Keyblade.

Viajando por todo o universo Final Fantasy e Disney

O grande trunfo de Kingdom Hearts é sem dúvida a chance de passar por diversos momentos dos filmes da Disney. Você controla uma nave espacial e viaja por diferentes mundos, cada um trazendo a temática de um sucesso criado pelo estúdio norte-americano.

Sora-Donald-and-Goofy-kingdom-hearts-32341807-457-500Os jogadores passam por mundos de Alice no País das Maravilhas, Tarzan, Peter Pan, Ursinho Pooh, A Bela e a Fera, A Bela Adormecida e a Pequena Sereia, além de encontrar muitos outros personagens da Disney.

Os fãs da série Final Fantasy também não ficam órfãos nesse meio. Cloud e Sephiroth (FFVII), Squall “Leon” Leonhart (FFVIII), Tidus e Wakka (FFX) aparecem como instrutores de Sora. Claro, o vilão de Final Fantasy não está incluso nesse hall de mestres, mas sim como um grande desafio opcional.

O que era impensável se tornou um crossover maravilhoso, que acabou criando um novo universo e atraindo uma legião de fãs.

RPG de ação simples e atrativo

Kingdom Hearts é um RPG de ação, ou seja, não possui o sistema de turnos dos clássicos games desenvolvidos pela Square Enix. As ações eram simples: havia o botão de ação, em que Sora distribuía golpes em seus inimigos. Outras opções eram os de utilizar magias especiais para aumentar o dano de golpes recebidos pelos adversários e também a chance de escolher entre itens que poderiam dar alguma determinada vantagem, como por exemplo, a de recuperar a sua energia e dos seus aliados.

Não era difícil avançar em KH. O objetivo básico era evoluir e subir de nível constantemente, o que facilitaria o progresso no game. A cada vez que Sora evoluía, o hall de golpes aumentava também, dando novas e úteis habilidades de combate, o que tornava o game ainda mais gostoso de jogar.

Também era super importante saber lidar com a montagem e atualização da nave de viagem. Esse por sinal era o ponto mais falho do game, já que era fácil se atrapalhar com o encaixe de peças. Inclusive, era possível ficar travado no progresso caso deixasse passar uma peça importante para viajar para um determinado planeta.

O início de um clássico

Kingdom Hearts se tornou importante para a cultura gamer e construiu a sua própria marca para seguir em frente, fazendo muito sucesso com a sua sequência direta e com os diversos spin-offs lançados desde então.

O sucesso se prova com a grande expectativa sobre os rumos dados para o enredo de Kingdom Hearts III, jogo finalmente anunciado para a nova geração de consoles e que atualmente está em produção.

São dez anos de espera e a Disney adquiriu marcas como Marvel e Star Wars nesse tempo. Certamente, os produtores de KH3 se inspirarão nos primórdios, há 14 anos, para trazer uma experiência única e emocionante, algo que os fãs esperam ansiosamente para acontecer.


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