Tony Hawk’s Pro Skater e seu poder de entreter

Em 2015, Tony Hawk’s Pro Skater ganhou um novo jogo recheado de falhas e críticas da mídia especializada, mas nem sempre as coisas foram assim para a franquia. Na década de 90, o primeiro título da série alcançou um sucesso estrondoso no Playstation e no Nintendo 64 e certamente foi um dos grandes games da história dos dois consoles.

Lembro das muitas horas em que joguei. A missão da Activision era conseguir lucros, mas também apresentou um esporte e estilo de vida não muito conhecido no Brasil e no mundo para os holofotes. A cada ano o skate ia saindo do submundo e ganhando o seu lugar ao sol e o Tony Hawk’s Pro Skater tentava continuar a seguir o vácuo disso.

A diversão era simples. A missão era completar algumas tarefas nos cenários, incluindo uma certa pontuação conseguida pela realização de manobras, pegar letras para formar a palavra skate e buscar uma fita VHS, quase sempre muito bem escondida.

O elenco de lendas também era enorme. Além do famosos norte-americano que dá o nome ao jogo, nomes como Bob Burnquist, Bucky Lasek, Rune Glifberg, Elisa Steamer e muitos outros emprestaram as suas habilidades e manobras para dar o gostinho aos fãs de como era conseguir concluí-las sem correr o risco de se machucar.

Outro ponto extremamente positivo em THPS era a sua trilha sonora. Ela era e é parte essencial do título, colocando faixas voltadas para o punk rock para dar aquele gás a mais para os jogadores conseguirem realizar as suas melhores performances. Eu mesmo me empolgava muito quando “competia” com canções que eu adorava.

Se hoje em dia THPS perdeu o seu encanto, seria bom para a Activision olhar para o passado e buscar novas ideias com o seu primeiro trabalho, onde tudo era simples e divertido, mas com qualidade e entretenimento que os consoles da época poderiam oferecer.

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