Sim! Sou parte da geração Fatal Fury dos anos 90

Num época em que Street Fighter dominava a preferência dos donos de Super Nintendo, um título apareceu para bater de frente com a franquia da Capcom na época: Fatal Fury. Sim, o jogo que mais pra frente formaria o clássico dos fliperamas The King of Fighters trazia a história dos irmãos Bogard, Terry e Andy. Além da dupla, outros rostos conhecidos faziam parte do game: Mai Shiranui, Billy Kane, Blue Mary e Joe Higashi.

A série me cativou logo de cara, muito por conta da semelhança com Street Fighter e também por ter personagens carismáticos. Não tinha como não escolher para ir à luta personagens que não fossem Terry Bogard ou Joe Higashi. O primeiro era mais descolado, contava uma gama ótima de golpes especiais e jogava o boné ao final da luta. Já o segundo possuía uma aura de lutador, algo que já na cabeça de crianças como eu na época: “com esse aí eu não vou perder para ninguém”.

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Os inimigos também eram bem chamativos. Geese Howard foi um chefe muito difícil de ser vencido. Lembro que perdi horas e horas tentando derrotá-lo (obrigado Terry). Billy Kaine, um estágio antes, também não era fácil de lidar. O famoso vilão/anti-herói era tão carismático quanto Terry. Seu bastão era uma arma poderosa e ainda me mantinha à distância.

Em Fatal Fury 2 não foi diferente. Com novos personagens, o vilão da vez foi Wolfang Krauser. Provavelmente essa foi a minha primeira experiência com uma trilha sonora cativante em um jogo. No combate final contra o gigante alemão, o clássico Requiem “Dies Irae” de Wolfang Amadeus Mozart. Não tinha como se empolgar com a canção para a batalha final.

The King of Fighters surgiu alguns anos depois, colocando todo o elenco de lutadores da SNK para lutarem pelo título de melhor lutador do mundo. O meu elenco sempre foi formado por Terry Bogard e Joe Higashi. Iori e Kyo eram apenas para completar o time. Aqui é geração FATAL FURY sempre!

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